Sem utilidade nem funcionalidade;
Sem cor, preceito, credo ou idade.
Teu sol nasce em brilho de luar,
Mora aos laços com a Contradição.
Rega a sensibilidade alheia.
Amor, fortalece tua pulsação.
Palhaço sem graça...Engraçado mascarado sem máscara
Loucura mantida sem farsa.
No passo-a-passo, disfarça;
Teu rastro floreia brasa,
Caminhando pisando em fumaça.
Tristemente inspirado,
Alegremente expirado,
Desesperadamente sensato,
Sensatamente transtornado,
Verde... Semeado em asfalto.
Brisa noturna perpassa
Manhãs vermelhas nefastas.
Enchapelado na cor do sangue,
Radiar o sorriso, consegue.
Tentativas em poemas e prosas,
Entrega de sentimentos em rosas.
Coração na mão com o peito cicatrizado em aço... Palhaço.
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