Eu sei o quanto me torno irracional,
incoerente, louco, egoísta e parcial.
Mas sei o quanto disso tudo é real, e quanto
Dessa realidade gostaria que fosse Surreal.
Me transformei em alegoria da saudade.
Sei quanto de ar me falta em cada respiração,
Quanto me falta de sangue em cada pulsação.
Sei quanto de mim não está presente em realidade
Sinto-me transbordado pela presença da ausência que me corrói.
Assaltado continuamente e preenchido pela falta da melhor parte de mim
Sem muitos motivos mas continuo andando... E por lagrimas nadando
Nada é conclusivo pois longe de você não tem-se nada a concluir,
A não ser que quero de volta essa parte de mim que é você... Perto de mim.
Um dia desses ainda morro de saudade... Ou asfixiado... Da na mesma