R: Sabe aquele gosto de querendo mais?
Ao mesmo tempo que vai assentando
Vai acentuando.
B: Vai se tornando cada vez mais forte, tal que, se torna impossível controlar suas próprias ações,
De forma que o amargo se torna doce e o mais imprevisível dos sentimentos se torna aparente.
E de repente você se vê escravo dos seus pensamentos e vontades, desejando o intocável...
R: Desejando o intocável,
Tocando o inimaginável,
Imaginando o imprescindível,
Pressentindo o impenetrável.
Porque os teus olhos são o oceano da minha perdição
E os mesmos olhos são do meu mundo, a constelação.
B: Se fixando nas alturas...
Tirando os pés do chão...
Almejando o que não se pode ter...
Sentindo falta do que nunca se teve...
Se alumbrando com cada passo alheio...
Se tornando uma sentença aos meus olhos...
R: Dos teus aos meus olhos se fazem...
E quando atinge-se a altura máxima...
Tudo que eu aspiro,
Respiro...
E inspiro...
B: É você.
R: É você
( Poema escrito por Belisa Lima Soares e Rodrigo dos Santos Espíndola )
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
As vezes
As vezes,
Somente as vezes...
Machuca...
Passar a noite contigo e quando acordar,
Perceber que foi só um sonho.
Machuca...
Enquanto tua presença sentir-me completar,
Ao longe sentir-me vazio.
Machuca...
Saber de tudo que vem em antítese
E lhe desejar tanto, mesmo assim.
Machuca...
De todas, você é a que me faz além
E ainda assim, não ser o teu alguém.
Machuca...
Fechar os olhos e lembrar do teu rosto ao meu.
Abri-los e sentir tudo... Tudo... Pelos ventos ao céu.
Machuca...
Sentir que a felicidade bateu á minha porta
E eu não tive a chave pra abri-la
Machuca...
Mas nem tudo é doce
O que seria da reverberação açucarada
Sem conhecer o amargo?
As vezes machuca,
Somente as vezes...
Mas a minha vida sempre será Bela.
Somente as vezes...
Machuca...
Passar a noite contigo e quando acordar,
Perceber que foi só um sonho.
Machuca...
Enquanto tua presença sentir-me completar,
Ao longe sentir-me vazio.
Machuca...
Saber de tudo que vem em antítese
E lhe desejar tanto, mesmo assim.
Machuca...
De todas, você é a que me faz além
E ainda assim, não ser o teu alguém.
Machuca...
Fechar os olhos e lembrar do teu rosto ao meu.
Abri-los e sentir tudo... Tudo... Pelos ventos ao céu.
Machuca...
Sentir que a felicidade bateu á minha porta
E eu não tive a chave pra abri-la
Machuca...
Mas nem tudo é doce
O que seria da reverberação açucarada
Sem conhecer o amargo?
As vezes machuca,
Somente as vezes...
Mas a minha vida sempre será Bela.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Labirinto
Entrei nesse labirinto e me perdi.
Me perdi da minha antiga vida,
De tudo que não era real, me perdi,
Mas achei dentro desse labirinto a realidade que desejo seguir
Me perco no labirinto dos teus olhos,
Me acho no labirinto do teu coração,
Me perco no labirinto do teu corpo,
Me acho no encontro com a Perdição
Ao contrário de uma prisão,
O labirinto tem duas saídas.
Uma leva á chave do teu coração
Outra de volta ao ponto de partida.
Não sei se ao ponto de partida consigo voltar,
Sabendo desse sentimento que aspiro, respiro e inspiro.
Mas não é só de mim que depende á chave chegar,
Mas te desejo... Aqui... Comigo...
Porque é no labirinto dos teus olhos
Que entendo o labirinto do meu universo...
Paralelo inverso diagonal transversal reflexo.
A única coisa que o labirinto não permite é que fiquemos parados
Talvez andando de vagar... passo-a-passo
Mas jamais parados.
Não é um jogo,
É um caminho com obstáculos
Que nos permite a desistência a qualquer momento.
Desistir e voltar é muito fácil... Mas saber de tudo que "E se..." traz muito sofrimento.
Não estou dizendo que a caminhada até a saída não trará também sofrimento,
Estou dizendo que atrás de todas as barreiras de complicações...
Atrás dos portões de saída sentido a chave...
O que aguarda é só o começo incluindo eu e sua Bela companhia
Musa...
Lhe convido a saltar as estrelinhas, linhas e muros labirínticos
Á escrever uma romance narrado em primeira pessoa,
Com dois protagonistas...
Eu e você.
Só preciso da chave do teu labirinto.
Mas o labirinto não permite que fique parado...
Me perdi da minha antiga vida,
De tudo que não era real, me perdi,
Mas achei dentro desse labirinto a realidade que desejo seguir
Me perco no labirinto dos teus olhos,
Me acho no labirinto do teu coração,
Me perco no labirinto do teu corpo,
Me acho no encontro com a Perdição
Ao contrário de uma prisão,
O labirinto tem duas saídas.
Uma leva á chave do teu coração
Outra de volta ao ponto de partida.
Não sei se ao ponto de partida consigo voltar,
Sabendo desse sentimento que aspiro, respiro e inspiro.
Mas não é só de mim que depende á chave chegar,
Mas te desejo... Aqui... Comigo...
Porque é no labirinto dos teus olhos
Que entendo o labirinto do meu universo...
Paralelo inverso diagonal transversal reflexo.
A única coisa que o labirinto não permite é que fiquemos parados
Talvez andando de vagar... passo-a-passo
Mas jamais parados.
Não é um jogo,
É um caminho com obstáculos
Que nos permite a desistência a qualquer momento.
Desistir e voltar é muito fácil... Mas saber de tudo que "E se..." traz muito sofrimento.
Não estou dizendo que a caminhada até a saída não trará também sofrimento,
Estou dizendo que atrás de todas as barreiras de complicações...
Atrás dos portões de saída sentido a chave...
O que aguarda é só o começo incluindo eu e sua Bela companhia
Musa...
Lhe convido a saltar as estrelinhas, linhas e muros labirínticos
Á escrever uma romance narrado em primeira pessoa,
Com dois protagonistas...
Eu e você.
Só preciso da chave do teu labirinto.
Mas o labirinto não permite que fique parado...
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